Queria
voar pra bem longe
Queria
voar pra bem perto
Queria
voar com o voo de uma borboleta
Cintilante
e de uma leveza como se fosse uma bailarina
Dança uma
valsa
Dança um
merengue
Dança a
vida
Dança na
alegria e na tristeza!
Porque em
si a leveza
Bela
combinação é jardim flores e borboletas. Não da pra separa-los não se pode ter
um jardim sem que haja flores não se pode ter flores sem que tenha as
borboletas... neste quesito borboletas e flores tem algo em comum... são
cobiçadas procuradas e empalhadas para a satisfação própria e um prazer
famigerado de matar e expor seus troféus.
É cuidar do jardim para que elas venham até
você.” Mario Quintana
Na
construção teológica do mundo e das coisas, temos algo muito verossímeis a este
verso de Quintana, cultivar ao invés de correr atrás! Aí está. Deveríamos ser
apenas jardineiros e juntamente com as espécies aprender a evoluir sem a
necessidade da destruição a síndrome de Caim, assassinar!
Discipar
toda evidencia da beleza pondo-a em um vidro, impedindo de voar. Mas
desenvolvemos o prazer pela morte e não pela vida, depredar e não edificar,
desgostar e não gostar amar... diga se passagem as borboletas e as flores fazem
muito bem.
Mas o que
são flores e borboletas? Nada! São apenas objetos do meu desejo, cobiça do meu
infortúnio dinheiro ou ainda prazer não contentado com apenas com que, ora se
plantasse um jardim, poderia ter todas as espécies, as mais raras se possível
ao alcance de minha mão e maravilhar com a graciosidade do mover de suas asas e
embriagar-me com a doçura dos mais raros perfumes.
Devaneios
de uma mente acostumado com as foligem das queimadas e gás carbono emitidos
pelo milhares de carros a cortar a grande e pequena cidade... todo que afirmo é
que nada sei sobre as flores e as borboletas mas fico encantado quando as vejo
e as sinto...

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