Eu foi larva
Passei por lagarta
Entrei na caverna
Sai borboleta
Vi o sol
Amei a lua
Deliciei me com a brisa do vento
E pus me a voar, voar e voar...
É sabido que para a
borboleta chegar a voar é preciso antes de tudo passar por um processo longo,
penso porem, prazeroso ao final. É se uma larva para depois virar uma lagarta
depois por um período fica enclausurada em seu casulo até que esteja pronta
para rever a luz do dia o incandescente luar, mas é um parto sair do casulo,
ninguém pode toca-la, ao ajuda-la acabamos de deixa-la frágil defeituosa e não
sobrevivera. Que penoso!
O casulo é uma faze na
vida do ser humano, é parte fundamental. Para voar, nos mais altos voos e
cintilantemente bailar na trajetória da vida o casulo se faz necessário.
Encontrei nessa frase um tesouro, por entre linhas do pensamento contido nela,
e sua lição de vida encontro um diamante bruto e tão depreciado, valor esse que
não queremos por conta da supressão que ele coloca em nossa memória, ele se
chamado silencio. Aí está o valor real da sabedoria, metamorfose.

Não haverá borboletas se a vida não passar
por longas e silenciosas metamorfoses.
R. A
A metamorfose só
acontece na sabedoria do silencio, é no casulo que ela se revela, é no casulo
que a borboleta entende o valor do silencio e nele busca força para que quando
se abrir sua casca tão logo pegue seu primeiro vôo.
Continua