Olhei pra você,
Te desejei,
Pelos olhos te comi.
Seu cabelo alvoraçava meus impulsos,
Instiga meus instintos primitivos,
Se olhar me suscitava a alma,
Seu rebolado me desconcertava,
Ao vê-la apresentar se,
Meu desejo aumentava,
Meu sangue fervia,
Minha alma latejava.
Você me excita,
Do jeito que é,
Mesmo vestida,
Posso seu corpo ver, sentir.
Olhos fechados,
Vejo você vindo a meu encontro,
Semi nua,
Faceira, destilando tesão.
No alcance da mão,
Te toco e vejo como esta molhadinha,
Seu suco,
Seu néctar,
Me olha nos olhos,
Me empurra com o pé,
Me joga para trás.
Como Diva se aproxima,
Como gata manhosa e dengosa,
Deixa claro suas intensões,
Sobre mim roça seu capuzinho,
Sua mão leve,
Abre minha braguilha,
Puxa meu pendor.
Na pontinha brinca e diz:
“Macio!” Duro mais macio
Revira os olhos e suspira fundo,
Ao toca-la diz:
“Não mocinho!”
“Não seja teimoso”.
No delírio recuo meu quadril
Ao que replica: “fia da mãe!”
No jogo do prazer temos:
Libido em excesso
Prazer latente
Química equilibrada
Pele abrasiva
Desejos vorazes.
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