quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A borboleta e o casulo

Eu foi larva
Passei por lagarta
Entrei na caverna
Sai borboleta
Vi o sol
Amei a lua
Deliciei me com a brisa do vento
E pus me a voar, voar e voar...

É sabido que para a borboleta chegar a voar é preciso antes de tudo passar por um processo longo, penso porem, prazeroso ao final. É se uma larva para depois virar uma lagarta depois por um período fica enclausurada em seu casulo até que esteja pronta para rever a luz do dia o incandescente luar, mas é um parto sair do casulo, ninguém pode toca-la, ao ajuda-la acabamos de deixa-la frágil defeituosa e não sobrevivera. Que penoso!

O casulo é uma faze na vida do ser humano, é parte fundamental. Para voar, nos mais altos voos e cintilantemente bailar na trajetória da vida o casulo se faz necessário. Encontrei nessa frase um tesouro, por entre linhas do pensamento contido nela, e sua lição de vida encontro um diamante bruto e tão depreciado, valor esse que não queremos por conta da supressão que ele coloca em nossa memória, ele se chamado silencio. Aí está o valor real da sabedoria, metamorfose. 


Não haverá borboletas se a vida não passar
por longas e silenciosas metamorfoses. R. A

A metamorfose só acontece na sabedoria do silencio, é no casulo que ela se revela, é no casulo que a borboleta entende o valor do silencio e nele busca força para que quando se abrir sua casca tão logo pegue seu primeiro vôo.

Continua 

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